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Mensagem |
Maggie Moderador

Registo: 27 Ago 2007 Mensagens: 161 Local/Origem: Moselos/ Viseu
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Colocada: Qui Set 18, 2008 8:53 Assunto: Burlões na nossa aldeia |
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Malta, as senhoras viúvas da nossa terra andam a ser burladas!! Ontem houve dois casos desses, mas felizmente só num deles é que conseguiram levar o dinheiro. Alguém daqui deve andar a dar informações sobre as senhoras, os filhos que estão no estrangeiro, os nomes deles, etc. Os burlões abordaram as duas senhoras em plena luz do dia (a primeira às 2 da tarde e a segunda às 3.30) dizendo que tinham uma encomenda ( um faqueiro) de um filho. A primeira senhora, não tendo dinheiro suficiente, foi á casa ao lado pedir ao cunhado, mas este veio cá fora com ela e o burlão fugiu sem levar o dinheiro. Na segunda, o homem apresentou-se como sendo funcionário de uma farmácia, e que era ele que dava as injecções ao falecido marido. A história era a mesma, uma encomenda (o tal faqueiro) que um filho tinha feito (do qual disse o nome), entrou em casa da senhora e ela foi buscar o dinheiro que tinha guardado debaixo do colchão (300 €) e deu-lho. O homem deixou-lhe o faqueiro e disse que ia ao carro buscar a factura, e não voltou, foi aí que a senhora se apercebeu que tinha sido roubada!
Cuidado pessoal, informem os vossos vizinhos. |
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figoo Site Admin

Registo: 16 Ago 2007 Mensagens: 717 Local/Origem: Moselos - Viseu
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Colocada: Dom Set 28, 2008 17:09 Assunto: |
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Mulher burlada em 300 euros em Moselos
Um homem burlou uma mulher, depois de uma tentativa frustrada, ambas em Moselos, na freguesia do Campo. A burla rendeu-lhe 300 euros e, não está fora de hipótese que seja o mesmo homem que, há cerca de cinco meses, burlou outras duas pessoas, com a mesma táctica
A abordagem tem sido a mesma. "Trago uma encomenda do seu filho que está no estrangeiro". O homem conta alguns pormenores do filho e de outras pessoas ligadas à família. Um homem "simpático e afável", como contam na aldeia que disse ter na sua posse um faqueiro que o filho encomendara.
Entre uma conversa e outra e um pormenor de um familiar próximo a senhora ficou convencida de que era verdade e foi até casa buscar o dinheiro pretendido. O homem pedia 350 euros pela encomenda do dito filho mas, a senhora, só tinha na sua posse 300 euros. A falta de 50 euros não terá perturbado muito o homem, dado que avisou que passaria outro dia para levar o resto. A encomenda fica nas mãos da senhora enquanto vai ao carro buscar o livro das facturas.
Ali fica, a senhora com a caixa na mão à espera do que nunca chega. Na caixa está um faqueiro mas que "nem de longe nem de perto vale o dinheiro pago", avisam.
Esta moradora em Moselos teve menos sorte do que uma primeira a quem o homem já havia abordado, exactamente com a mesma história. Igualmente uma senhora viúva, que reside sozinha e que tem um filho no estrangeiro.
Esta primeira abordagem não foi bem sucedida porque a senhora não tinha com ela todo o dinheiro necessário e, para o conseguir, dirigiu-se à casa do lado, de um cunhado, para pedir a quantia emprestada. O vizinho acompanhou a cunhada à porta e, com isso, o homem que a esperava para receber a quantia virou costas e fugiu a correr. "Terá sido levado pelo medo, por causa da presença masculina", contam.
Não terá sido
a primeira vez
A senhora burlada apresentou queixa na GNR e, segundo o Diário de Viseu conseguiu saber, não é a primeira queixa do género que é apresentada. O último caso que a GNR teve conhecimento foi, há cerca de cinco meses, também na área de actuação da GNR de Viseu, e exactamente com a mesma história.
O homem, num Opel preto, bem apresentado e simpático, abordava as senhoras com um faqueiro na mão, dizendo que era a encomenda do filho que se encontrava no estrangeiro a trabalhar.
Para aumentar a veracidade o homem vete uma bata branca, diz que trabalha na farmácia e que é conhecido dos senhores, até porque era ele que costumava dar as injecções ao viúvo, ou a alguém da família. Moradores dizem que há sempre um pormenor sobre alguém próximo que faz com que as pessoas acreditem.
Na GNR apelam a que as pessoas tenham "imenso cuidado e não dêem nem informações, nem dinheiro a quem não conhecem e, por mais que contem histórias de familiares, que não se deixem levar. "Os filhos que queiram mandar encomendas aos pais que os avisem de tal facto, de outra forma, as pessoas que não aceitem nada", alertam.
Fonte: Diário de Viseu (22-10-2008) |
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