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Colocada: Sex Fev 29, 2008 11:46 Assunto: Associação de solidariedade espera mais apoios |
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Complexo Social em Abraveses
A obra já foi lançada, mas o financiamento público não chega a metade do valor do projecto. O presidente da Associação de Solidariedade Social espera que os apoios das diferentes entidades sejam reforçados.
As obras de construção do futuro Complexo Social da freguesia de Abraveses vão começar para a semana, esperando-se que estejam concluídas dentro de dois anos.
O projecto, da Associação de Solidariedade Social de Abraveses (ASSA), tem como objectivo juntar num mesmo edifício as diferentes valências que hoje estão espalhadas por quatro edifícios da freguesia: ATL, creche, centro de dia, lar e apoio domiciliário.
O centro de dia, por exemplo, funciona em instalações cedidas pelo Hospital Psiquiátrico. O novo edifício vai ser construído no Alto de Abraveses, em frente ao quartel da GNR, junto à EN 16, na saída de Viseu para São Pedro do Sul e os custos da obra estão avaliados em 1,856 milhões de euros.
A Segurança Social, através do PARES – Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais, aprovou um financiamento de 725 mil euros, enquanto a Câmara Municipal de Viseu anunciou “um primeiro apoio” de 35 mil euros.
Na cerimónia de assinatura, ontem, do auto de consignação, o presidente da ASSA, Luís Eduardo, lembrou que os membros da direcção são todos voluntários, apelando, por isso, “á generosidade” das diferentes instituições, já que o financiamento conseguido até agora não chega a metade dos custos previstos.
Referiu que para a obra avançar, já foi pedido, e aprovado, um empréstimo bancário e lembrou que os custos do projecto, mais os serviços de fiscalização da obra, custaram cerca de 45 mil euros.
Para além de contar com a ajuda das entidades oficiais, a associação vai também lançar um peditório pela freguesia.
35 obras do programa Pares no distrito
Na cerimónia, o director da Segurança Social do Distrito de Viseu, Manuel João Dias, anunciou que no distrito o programa PARES vai financiar 35 obras, dentro do espírito, “mais para quem mais precisa”, sendo que quem mais precisa, referiu, “são as crianças e os idosos”.
Manuel João Dias classificou o programa PARES como “o mais ambicioso dos últimos anos”, embora “todos achemos que há muito a fazer, e que tudo aquilo que se faz é pouco”. Lembrou que só no concelho de Viseu são apoiados através dos protocolos de cooperação, cerca de 6.500 utentes, desde as crianças da creche, até aos idosos. “É um investimento discreto, que passa despercebido, mas que ronda os 14 milhões de euros por ano”, realçou.
Manuel João Dias referiu, finalmente, que os projectos aprovados nos programas PARES “ aumentam em 30 por cento, o número de utentes que vão ser apoiados”.
Fonte: AsBeiras (29-02-2008) |
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