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figoo Site Admin

Registo: 16 Ago 2007 Mensagens: 731 Local/Origem: Moselos - Viseu
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Colocada: Qui Fev 07, 2008 10:07 Assunto: Morto a tiro |
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Um homem foi atingido com sete disparos de uma arma fogo, ao início da noite da passada segunda-feira. O indivíduo, que acabou por morrer na sala de operações do Hospital de Viseu, era o "feitor" da chamada Quinta de Tondelinha, em Figueiró (???).
O alerta foi dado por uma mulher, com quem o indivíduo teria um alegado relacionamento, que foi em socorro dele, na companhia de uma irmã, tendo chamado o INEM e a GNR. As autoridades suspeitam que este alegado relacionamento estará na origem do crime. O homem, de 60 anos, estaria a viver separado da mulher. A zona onde se situa a quinta, onde ocorreu o alegado homicídio, esteve vedada, durante todo o dia de terça-feira, pelas autoridades. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária.
Fonte: AsBeiras (06-02-2008) |
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figoo Site Admin

Registo: 16 Ago 2007 Mensagens: 731 Local/Origem: Moselos - Viseu
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Colocada: Qui Fev 07, 2008 10:08 Assunto: |
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PJ investiga possibilidade de crime passional
A Polícia Judiciária de Coimbra, que se encontra a investigar a morte de um homem, de 60 anos, baleado na Quinta de Tondelinha, em Orgens (Viseu), admite a possibilidade de na origem do crime estarem razões passionais. A vítima, António Leitão, estava em processo de divórcio e receava há algum tempo que algo lhe pudesse acontecer devido ao facto de estar a viver com outra mulher
António Leitão, de 60 anos, baleado na noite da segunda-
-feira passada na Quinta de Tondelinha, da qual era feitor, terá sido surpreendido por alguém que conhecia todas as suas movimentações.
O atirador aproveitou o facto de a vítima se ter deslocado sozinha à propriedade agrícola para a atingir com pelo menos dois tiros (um no tórax e outro num braço), deixando-o entre a vida e a morte debaixo de uma pereira. Esta é a convicção da irmã da mulher com a qual António Leitão estava a viver enquanto preparava o divórcio da sua ainda esposa.
"Ele estava muito feliz e dizia que tinha encontrado o amor da sua vida. No entanto, temia pela sua vida e a da minha irmã, já que a relação que mantinham não era bem vista por algumas pessoas", contou. Acrescentou ainda que não foram vizinhos que alertaram as autoridades.
Depois de ter sido atingido, ligou, por volta das 19h15m, para a actual companheira - que o aguardava na companhia da irmã em casa da sua mãe a poucas centenas de metros do local do crime - e pediu ajuda, explicando que o tinham tentado matar. De imediato ligaram para o 112 e explicaram o que tinha acontecido. Saíram de casa e aguardaram junto à entrada para a quinta pela ambulância. "Como receávamos que o atirador ainda pudesse estar por perto, não fomos logo ter com o Sr. António, optámos por esperar pelas equipas de socorro e a GNR", explicou a nossa interlocutora.
À espera da ambulância
A irmã da actual companheira do feitor critica o facto de a ambulância do INEM ter demorado mais de meia hora a chegar ao local. "Como nunca mais chegavam, a vontade de ajudar sobrepôs-se ao medo de possivelmente enfrentarmos o agressor e subimos o acesso à quinta", referiu. Encontraram a vítima caída no chão, com o telemóvel no peito. Tentaram estancar as hemorragias e mantê-lo quente até à chegada do INEM, o que veio a acontecer por volta das 20 horas.
António Leitão acabou por falecer algumas horas depois no Hospital de S. Teotónio de Viseu, não resistindo aos ferimentos provocados pelos disparos. "Vou morrer" terão sido as últimas palavras dele, dirigidas à companheira.
"Estava tão feliz, dava-se bem com toda a nossa família, inclusivamente com os três filhos da minha irmã. Era uma pessoa muito boa que teve uma morte horrível. Ainda não sei como é que ele teve forças para telefonar depois de ter sido atingido", explicou a irmã da mulher com a qual vivia a vítima.
Não viu agressor
Quanto ao autor dos tiros, António Leitão terá dito, ainda na ambulância, que não tinha conseguido ver o seu agressor.
O Diário de Viseu tentou também, sem sucesso, entrar em contacto com a esposa de António Leitão, que, apesar do processo de divórcio em curso, ainda trabalhava com ele na quinta, vivendo numa casa próxima da propriedade agrícola.
Crime passional
A Polícia Judiciária de Coimbra encontra-se a investigar o caso e não coloca de parte a possibilidade de se tratar de um crime passional. O nosso Jornal sabe que já foram ouvidos os familiares da vítima e da mulher com a qual vivia. Na noite dos disparos, os inspectores estiveram na Quinta de Tondelinha até à madrugada de terça-feira, com o objectivo de recolher possíveis provas que poderão levar à identificação do autor dos tiros, vedando todo o espaço. Durante a tarde de anteontem foram muitos os curiosos que se deslocaram à propriedade agrícola à procura de vestígios de sangue.
Funeral realiza-se hoje
O funeral de António Leitão realiza-se hoje, pelas 16 horas, para o cemitério de Farminhão (Viseu), freguesia de onde era natural.
Fonte: Diário de Viseu(07-02-2008) |
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