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Colocada: Qui Jan 31, 2008 10:24 Assunto: Parque industrial de terceira geração pode arrancar |
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Tudo parece estar a conjugar-se para que o tão falado e desejado Parque Industrial de Lourosa/Campo possa finalmente arrancar. O presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas, quer ver nascer em Viseu ...
um Parque Industrial de ‘terceira geração’, vulgarmente designado por ‘Tecnopolis’. Surgirá nas freguesias de Lordosa e Campo. Para o efeito, acaba de reunir com o Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, Basílio Horta, ao qual expôs o problema. A informação foi avançada pelo edil viseense numa reunião em que participavam os presidentes das juntas de freguesia do concelho de Viseu, recebendo-a, naturalmente, com particular interesse, sobretudo os autarcas de Lordosa e Campo, embora o infra-estrutura seja de interesse local, regional e nacional, quiçá internacional, atraindo parceiros da Comunidade Europeia ou de outras procedências.
No encontro com Basílio Horta, Fernando Ruas disse que foi debatida a possibilidade de a obra vir a ser classificada como projecto de ‘Potencial Interesse Nacional’ (PIN), podendo ir a PIN +, atendendo às vantagens que tal estrutura traria, especialmente em termos de licenciamento. O presidente da Câmara Municipal adiantou que foram dadas a ‘conhecer as potencialidades do espaço, depôs de os nossos parceiros (de entre os quais a GestinViseu) terem solicitado o encontro’.
O projecto será brevemente dado a conhecer, reservando os detalhes do empreendimento para essa altura. Porém, adiantou, ao contrário do que acontece com as zonas industriais ‘tradicionais’, não haverá limites definidos entre os espaços destinados às empresas e as áreas residenciais, contando ainda com as vertentes social e económica, coexistindo, numa determinada zona, todas as áreas, inclusive espaços de lazer. Uma das principais exigências para criar a ‘Tecnopolis’ seria a construção de um acesso condigno e isso está desde já satisfeito com a abertura de uma ligação entre o nó da A24 e a EN2.
Os PIN, entre as mais diversas facetas, devem ser susceptíveis de adequada sustentabilidade ambiental e territorial, obedecendo a um carácter inovador nos domínios de produção de bens e serviços transaccionáveis, interagindo e cooperando com entidades do sistema científico e tecnológico, bem como a criação e qualificação do emprego. A dinamização económica das regiões com menor rendimento é outro dos conceitos a ter em consideração. O investimento deverá ser superior a 25 milhões de euros, Os PIN + têm de envolver investimentos entre os 60 e os 200 milhões de euros.
Fonte: Notícias de Viseu (30-01-2008) |
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